FLC1448 · TOPONÍMIA IV: AS CIDADES, AS PESSOAS E SEUS NOMES
2/2026
Prof. Responsável: Prof.ª Dr.ª Patricia Carvalhinhos
PROGRAMA. O programa detalhado contém, a partir dos itens do programa no Júpiter (em negrito), subitens.
Alguns serão trabalhados conjuntamente. O quadro com o cronograma (abaixo) refere, na parte “conteúdo”
, apenas
os números aqui indicados (ex. 1.1, 1.2).
OBSERVAÇÃO. Conforme informado oralmente durante a primeira semana, o item nº 5 original do programa foi
realocado e absorvido pelo item 1, estando representado nos subitens 1.2 e 1.3. A reorganização pressupõe melhor
organicidade.
PARTE 1. TOPONÍMIA
1. A denominação dos lugares por e para a administração pública.
1.1 Apresentação: Conceito de Toponímia Crítica; definição de hodonímia e hodotoponímia, diferenças
terminológicas.
1.2. Visão diacrônica da cidade: Os caminhos de SP, visão diacrônica.
1.3 A República, o crescimento de SP e novas modalidades de denominações.
1.4 A situação no século XX: o banco de nomes nos anos 1970.
1.5 A situação atual da hodonímia paulistana.
1.6 Mecanismos de nomeação nas cidades brasileiras.
1.7 Método: a inadequação dos campos semânticos e a toponímia crítica como vertente de estudos socio-
onomásticos.
1.8 Os nomes na administração pública: urbanonímia, identificação, valores políticos, ideológicos e econômicos.
2. O uso dos topônimos nos meios de transporte (estradas, metrô, transporte aéreo).
2.1 O uso dos topônimos nos meios de transporte (estradas, metrô, transporte aéreo). Comissões de toponímia.
2.2 Os critérios do departamento nacional de infraestrutura de transportes - DNIT.
2.3 Hodonímia. Análise cartográfica de denominações em estradas secundárias. Sincronia e diacronia.
2.4 Os critérios do Metrô e as últimas mudanças nomenclaturais em São Paulo.
2.5 Discussão sobre a atual posição neoliberal sobre o nome como produto: commodification. Os exemplos de
estações de Metrô (Barcelona, São Paulo) e estádios esportivos. Naming rights.
3. A nomeação em espaços privados e públicos. Políticas.
3.1 A nomeação em espaços privados e públicos. Políticas públicas brasileiras: os recentes casos da Comissão
Nacional da Verdade e a atividade da Câmara Municipal de São Paulo.
3.2 Urbanônimos: nomeação em escolas e outros espaços públicos/privados
3.3 Os espaços públicos ou privados: comercialização do nome casos sob análise: econômico-político, NY, Saint
Jean D’Acre.
3.4 Política. Exemplos de Bucareste e a onda de mudanças pós-URSS. Ucrânia e o processo de desrrussização.
3.5 O politicamente correto vale para a toponímia? Desmonumentalização de topônimos.
4. Toponímia e turismo: aspectos gerais.
4.1 O topônimo como incremento econômico; shift names.
4.2 Denominações de circuitos e roteiros no turismo brasileiro.
PARTE 2. ANTROPONÍMIA
6. Antroponímia na toponímia: relações.
6.1 Definição de antropônimo e suas relações com a toponímia.
6.2 Antropotopônimos na toponímia brasileira. As regras e as infrações. Modelos de criação.
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7. A formação do sistema antroponímico ocidental.
A formação do sistema antroponímico ocidental. Império Romano, Portugal, Brasil.
8. Aspectos legais, psicológicos e antropológicos na antroponímia.
8.1 A lei no Brasil. O nome de pessoa.
8.2 Psicologia e nomes próprios.
8.3 Nomes próprios como ferramenta da antropologia: produtos etnográficos.
Observações
* A turma de sexta-feira cobre os itens 2.3, 2.4 e 2.5 numa única aula, em 02/10 — por isso a linha da Aula 8 aparece com “—”
na coluna de sexta.
Isso ocorre porque a sexta perde a aula de 20/11 (feriado de Consciência Negra) e, sem essa fusão, não caberia o conteúdo
completo antes da semana de exposição. Como consequência, a partir da Aula 9 a turma de sexta permanece cerca de uma
semana “adiantada” em relação a terça e quinta, até a Aula 15 (**), quando as três turmas voltam a ficar alinhadas.